• Rubén Martins

Tudo sobre calçados táticos.

Item essencial em qualquer vestuário, o calçado tático possui funcionalidades imprescindíveis para um operador e o cotidiano de sua intensa vida.


Guerreiro, se existe algo que pode derrubar um agente de segurança ou acabar com uma atividade outdoor, são pés destruídos ou desconfortáveis. Essa situação geralmente acontece quando utilizamos um calçado ruim ou não apropriado para realizar uma atividade. E cá entre nós, isso não pode acontecer nunca com alguém que está #ProntoPraTudo, não é mesmo?

Contudo, precisamos ser honestos: Não existe um calçado tático ideal para todos os cenários. Você utiliza um sapato social para uma ocasião, certo? Não vai sair utilizando ele numa prática outdoor. E no mundo dos calçados táticos, isso não poderia ser diferente.

Por isso, nesta matéria vamos abordar alguns assuntos que provavelmente ninguém teve coragem de te dizer. Mas a gente conta.


O INÍCIO DO CALÇADO TÁTICO


Você sabia que os primeiros calçados que se tem notícia surgiram no Egito, aproximadamente cinco mil anos antes de Cristo? Eles eram produzidos de couro animal, amarrados com fibra vegetal e restritos apenas a soberanos sumérios que habitavam a região. Não eram muito confortáveis, é verdade, mas foi o início da ideia de proporcionar conforto aos pés e melhorar o rendimento do trabalho.

Na história do calçado tático, o primeiro grande relato de uso se dá durante a Guerra Civil Americana (1861-1865), onde fica registrado o uso de uma bota alongada de couro que cobria do pé até praticamente o joelho. Esse formato comprometeu (e muito), a mobilidade dos soldados na hora da batalha. Contudo, a proteção proporcionada contra a irregularidade do terreno, o clima e as adversidades da batalha trouxeram o conceito e a funcionalidade de um calçado diferenciado, com disponibilidade tática.


AS GUERRAS MUNDIAIS E O LEGADO BÉLICO


Na primeira Guerra Mundial (1914-1918) o exército americano trouxe uma novidade: Para resolver a falta de mobilidade, foi implementado um sistema de fixação da bota através do cadarço. A mudança gerou conforto e mais praticidade. É isso mesmo, guerreiro, estava criada a bota tática.

Já na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), houve um avanço no design do calçado, diminuindo o cano da bota, o que proporcionou leveza e mais rapidez de movimentação para tropas e pelotões. Com o fim da guerra e o retorno de milhões de soldados para suas casas, eles levaram junto o calçado e a vontade de ter um calçado que priorizasse o conforto, mesmo que usado de maneira constante.


Por isso, seja pela aplicação de tecnologia em sua fabricação ou pela sua popularização nos anos 70, os calçados táticos passaram por um processo de popularização e hoje são utilizados no mundo inteiro por operadores e guerreiros que necessitam de uma bota robusta, durável e resistente.


BOTA OU COTURNO OU O QUÊ?


Para ser simples e pragmático, guerreiro, você precisa saber que todo coturno é uma bota, mas nem toda bota é um coturno. Ou seja, os termos podem até serem sinônimos, mas são coisas diferentes.

A origem da palavra bota é francesa. Ela deriva de botte que, ainda, parece ter vindo de uma palavra antiga do Germânico, butta. O que butta significava? “sem fio, embotado e diminuído”. Já a palavra Coturno deriva do latim cothurnus, que significava “sandália com amarras até a altura do joelho”.

Apenas analisando a etimologia das palavras, dá para entender que o coturno é um tipo de bota. Já a bota pode envolver diferentes tipos de calçados e modelos, que apresentam diversas características, como disponibilidade tática.


A VERSATILIDADE DE UM CALÇADO TÁTICO


Se você costuma fazer longas atividades outdoor, onde o seu EDC é pesado e os percursos são extensos e longínquos, você precisa de um calçado robusto, mais pesado do que o normal e, assim, os joelhos e articulações do seu corpo irão sentir menos esforço e cansaço.

Já alguns operadores estão o dia inteiro, todos os dias, participando de atividades onde o calçado tático precisa fornecer conforto e proteção aos pés: é perseguição em mata ou terreno acidentado, utilizando movimentos não convencionais e muito intensos. Isso vai requerer de um calçado mais leve, porém igualmente resistente e durável. Certo?

Agora, tem gente que vive intensamente todos os dias em diversos espaços. Numa hora está embrenhado dentro de uma perseguição, num terreno irregular e, num outro instante, já está na selva de pedra, imerso no anonimato das ruas e invisível aos olhos das “pessoas normais”. Esse guerreiro precisa de um calçado tático que proporcione robustez, discrição urbana, disponibilidade tática e, principalmente, conforto para os seus pés. Esse guerreiro precisa de um tênis tático.


Fonte: Blog Invictus


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