• Rubén Martins

Turismo de Guerra: destinos imperdíveis para conhecer a história do século 20

Em 6 de junho, o 75º aniversário do Desembarque da Normandia, a operação militar que permitiu aos Aliados libertar a Europa da ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial, foi comemorada. Desde então, a cidade francesa comemora essa data todos os anos e se tornou uma das atrações turísticas mais importantes da região. Isso mostra a crescente relevância do turismo de guerra no setor de viagens e destinos.

Nesse sentido, do Musement, uma plataforma de reservas de atividades, eles observam que "muitos viajantes são atraídos por áreas onde guerras, conflitos e batalhas ocorreram que mudaram o curso do mundo". Lugares como os que a empresa coleciona e que foram fundamentais para a história do século XX.


Normandia (França)


Durante o chamado "Dia D", 160.000 soldados aliados cruzaram o Canal da Mancha até a França, para pousar em 5 praias normandas e iniciar a invasão que terminaria em 25 de agosto com a libertação de Paris e inauguraria o fim do nazismo. Um evento que marcou um antes e depois na história mundial.



Salas de Guerra do Gabinete (Londres)


As salas de guerra de Churchill estão localizadas em um bunker localizado abaixo do prédio do Tesouro na capital britânica. O primeiro-ministro Winston Churchill, seus oficiais e comandantes militares, que tomaram muitas das decisões que mudaram o curso do mundo entre seus muros, refugiaram-se durante a Segunda Guerra Mundial.


As Salas de Guerra do Gabinete começaram a operar em 1939, logo após o início da competição na Europa, e foram encerradas em 1945 após a rendição do Japão.


Pearl Harbour (Estados Unidos)


Em 7 de dezembro de 1941, a marinha japonesa atacou a base naval americana Pearl Harbour, localizada no Havaí, que levou à entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial e à declaração de guerra ao país japonês. Mais de 2.400 soldados foram mortos no ataque com o qual os japoneses tentavam retardar o avanço no Pacífico e deixaram mais de 1.000 feridos. Quando o ataque foi realizado sem uma declaração de guerra, naquele dia ele foi descrito por Roosevelt, presidente dos Estados Unidos, como "o dia da infâmia".


Gueto de Varsóvia (Polônia)


A Rua Prozna é um dos poucos lugares que, hoje, guarda a memória do gueto judeu criado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial na capital polonesa. Nesta área, todos os judeus do país foram detidos, bem como aqueles deportados da Alemanha e de outros países ocupados pelos nazistas. O gueto foi concebido como uma zona de trânsito para os campos de extermínio. Uma das primeiras revoltas contra o nazismo ocorreu precisamente nesta área no que é conhecido como a "Revolta do Gueto de Varsóvia".


Túneis Chi (Vietnã)


Os guerrilheiros vietcongues começaram a construir os túneis após a invasão francesa de 1945. Naquela época, 48 quilômetros foram escavados, mas, durante a Guerra do Vietnã, 200 quilômetros de túneis foram alcançados para que as guerrilhas pudessem chegar a quase qualquer lugar do país por eles. Os túneis foram usados como rotas de comunicação, esconderijo, armazenamento e tornaram-se elementos-chave para o sucesso das guerrilhas e a derrota dos Estados Unidos.




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